segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
O PhD do cabeleireiro do Brad Pitt
- A formação dos professores não condiz com a realidade nas escolas.
- As universidades públicas não preparam os futuros professores para sala de aula.
- Os cursos para professores tem muita teoria e pouca prática.
- Os cursos utilizam teorias “antigas” que não evoluiram.
domingo, 7 de julho de 2013
Nação de ELITE
Um bom exemplo disso é o uso dos termos "simples", "popular" ou "humilde" para amenizar a situação do POBRE (desprovido de recursos), ao mesmo tempo que se utiliza o termo "elite" para representar os abastados (donos do dinheiro).
Para entendermos um pouco mais, precisamos lembrar o que significa a ELITE de qualquer tipo de atividade: - esportista, artista, cozinheiro, profissional liberal, etc. E depois nos perguntarmos, o que estão chamando de "elite" é referência, destaque, nata, é O melhor de que atividade humana? A resposta será, muito provavelmente, "Elite de nada"!
A necessidade dos abastados serem chamados de elite é para manter a divisão bem clara entre o que deve ser considerado "nobre" e o que "não tem valor algum". A imagem acima do fotógrafo Tuca Vieira substitui muitos conjuntos de palavras, mas seu relato sobre os esquecimentos de lhe darem o crédito pelo trabalho é mais um exemplo dos abastados tentando desqualificar uma verdadeira atividade de ELITE.
Talvez, chamá-los de abastados nos ajude a compreender melhor o que precisamos transformar para chegarmos a uma Nação de ELITE.
domingo, 5 de maio de 2013
Para bom Educador a coleção completa basta.
O MEC compilou e disponibilizou, já há algum tempo, uma coletânea de livros sobre pensadores de Educação, incluindo os dois manifestos pela educação de 1932 e 1959. Vale muito a pena conferir e depois divulgar!
Os e-books em PDF estão acessíveis no Portal Domínio Público, também mantido pelo Ministério.
Para acessá-los basta pesquisar por "Tipo de Mídia: Texto e Categoria: Coleção Educadores" ou clicar no banner Coleção EDUCADORES...

Depois de baixar todos os livros fica uma pergunta, quais incentivos podemos trabalhar com os profissionais de educação do nosso país para que tenham as ideias desses mestres na cabeça e para que consigam aplicá-las?!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Um homem inteligente falando das mulheres
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação,
mas na verdade acredito que é ela quem me mantém.
Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.
Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.
Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e
adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem.
Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.
Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado,
nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado.
Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios.
Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!
sábado, 19 de maio de 2012
Iludir para conquistar.
Investi alguns minutos para fazer o merge de duas imagens, tentando representar o mais fiel possível a idéia para o canal de entretenimento "F5" da FSP, seguem as imagens:
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O par ou impar da cidadania e educação
Direito à educação fundamental, estabelecido pela ONU, acatado pelo Brasil. Na verdade, nosso país estende esse direito e determina como obrigação do Estado fornecer educação básica para todos os seus cidadãos. No entanto, a forma como este serviço deve ser oferecido, as medidas de qualidade que este deve respeitar, ou mesmo o produto final (cidadão instruído) que deve ser gerado, não são especificados nem pela ONU, nem pela federação brasileira.
Com isso em mente, quando vamos analisar o pensamento de alguns teóricos à respeito de que educação (aquisição do conhecimento) é o meio principal para o fortalecimento da sociedade democrática, nos deparamos com uma questão relevante. Se não foi estabelecido padrões de qualidade para a educação (instrução) de uma nação, como avaliar o grau de democracia da sociedade que a compõem?
Não vamos discutir aqui o que é democracia, muito menos as virtudes e problemas deste tipo de sistema político. Mesmo porque, as frentes de pensamento com relação ao seu real significado são inúmeras, chegando até ao discurso de certos historiadores que dizem: "- A democracia é a Ditadura da Maioria".
Mas um ponto que podemos focar no processo de fortalecimento da democracia corresponde não aos direitos do cidadão, mas sim à um de seus deveres, que é participar ativamente na sociedade. Por exemplo, no texto de Victor Henrique Paro "Educação para a democracia", ele discute a idéia de que um processo educacional voltado à explicar, fomentar e aplicar os princípios democráticos é uma abordagem que sem contestamento irá resultar numa educação de qualidade. Porém, o que não temos com clareza é qual o papel que cada um dos atores desse processo possue e como cada um desses indivíduos deve participar.
Essas indefinições dos objetivos do sistema educacional do país, ou mais crítico ainda, a falta de instrução e/ou conhecimento político-social da população do Brasil geram um paradoxo com relação a busca por educação de qualidade e o fortalecimento da democracia.
Pois se para alcançarmos uma sociedade democrática forte, precisamos que sua população melhore a qualidade do ensino (educação). Por outro lado, para a população receber uma educação de qualidade, ela precisa que o sistema democrático esteja evoluído e assim seus direitos e deveres possam ser exigidos. Ela precisa ter conciência de seus direitos e deveres.
Um exemplo desse paradoxo pode ser observado numa greve de professores do ensino básico. Se analisarmos quem oferece o serviço, quem operaciona o serviço e quem recebe e paga pelo serviço temos, respectivamente, o Estado, os professores (funcionários da escola) e os pais dos alunos.
Apenas com isso em mente já poderiamos verificar que quem deveria exigir do Estado melhores salários para os professores, melhores professores e que estes trabalhassem o mais eficiente possível são os pais e a sociedade civil como um todo, pois o que está em jogo nesta situação é a qualidade do produto final, ou seja, o nível de instrução dos filhos dessa sociedade, o valor agregado que este cidadão em formação terá.
Neste momento que apresentamos o ator principal na mudança para melhorar a qualidade da educação do país, podemos discutir o texto da Vera Silva Telles "Indicadores Sociais entre objetividade e subjetividade". Pois enquanto os pais não entenderem o proposito e a mecânica do sistema educacional, e não enxergarem o desenvolvimento de seus filhos como produto do serviço oferecido por este sistema, assim como, a sociedade na sua totalidade não refletir sobre os indicadores sociais como termômetro da qualidade de vida no país. Infelizmente, não veremos alteração no quadro de ensino, tão pouco desfrutaremos dos seus benefícios.
Para sustentar ainda mais a idéia de que uma melhora na qualidade da educação pode ser alcançada através da concientização dos pais, atores no processo de mudança, podemos analisar o texto de Pablo Gentili "Escola e cidadania em uma era de desencanto". Pois a normalização e naturalização da exclusão que o autor descreve se alinha com o pensamento do geógrafo Milton Santos, que diz: "- No Brasil não existe cidadania, pois aos pobres são negados os mais básicos direitos, e a classe média não quer direitos, quer privilégios".
Neste cenário nós temos duas opções de mudança, ou a parcela da população mais necessitária dos serviços públicos (de Estado) é concientizada dos seus direitos e aprende a se mobilizar para exigí-los, ou a classe média enxerga que suas reinvidicações devem ser para benefícios de todos.
Basta agora descobrirmos qual das opções de concientização é mais realizável?
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Computação para Seres Humanos
"Linguagens de programação"
http://br.especiais.yahoo.com/plug-play/artigo/post/tech_noticias/56/Linguagens-de-programação.html
Espero que esse link não saia do Ar e que possamos ver mais textos promovendo a "Inclusão Digital dos Usuários de Computação" ;-)
sábado, 13 de março de 2010
Educação a distância, ferramenta para preencher o abismo entre o professor e o aluno
sexta-feira, 12 de março de 2010
Profissional Professor vs. Usuário Professor
Uma discussão recorrente neste contexto é sobre o papel do professor como balizador e avalista das soluções propostas. Não vamos questionar aqui a necessidade da existência deste profissional como peça fundamental para guiar os alunos na aprendizagem e na construção do conhecimento. Dessa forma, podemos focar esta reflexão no uso que o professor faz das ferramentas a ele apresentadas e no sucesso que a aplicação delas pode conquistar, ou seja, que o aluno aprenda mais e mais rápido.
É enorme a gama de ferramentas e aparatos tecnológicos desenvolvidos com a finalidade específica de complementar ou substituir o quadro negro, ou inicialmente desenvolvidos para outras aplicações que não a de aprendizagem, mas que num segundo momento podem ser adaptadas para isto. Num conjunto mais restrito dessas aplicações, por exemplo, as desenvolvidas para Internet ou que utilizam a rede, ainda assim, encontraremos um número significativo.
Dentro desse conjunto podemos elencar recursos que vão desde softwares anteriormente proprietários e não compartilháveis como uma planilha MS Excel (ou mesmo ferramentas para desenho de funções) chegando até aos atuais Sistemas para Gerenciamento da Aprendizagem (Learning Management System – LMS), observamos ainda aplicações mais simples como e-mail, chat, vídeo conferência e os repositórios de arquivos texto, de som e imagem. Estas ultimas foram empacotadas para criar alguns dos Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (Content Management System – CMS) precursores dos LMSs.
O objetivo de descrever este pequeno histórico é suscitar algumas questões que já podem estar sendo respondidas através de pesquisas ao redor do Brasil, mas que ainda não são amplamente conhecidas.
# Qual o grau de penetração das aplicações de apoio à aprendizagem no trabalho realizado pelo professor, o quanto os professores utilizam essas aplicações?
# Quais as aplicações “realmente” mais utilizadas? Não interessa quais são mais adotadas pelas instituições e sim quais os professores realmente absorvem no seu dia a dia e agregam ao seu trabalho? Imagine um Contador de uma determinada empresa que é obrigado a apresentar seu trabalho no MS Excel, mas continua fazendo os cálculos numa calculadora comum, ele está utilizando a nova ferramenta?!
# Quanto de energia e tempo são gastos pelo professor para absorver e aplicar essas novas tecnologias no trabalho dele?
# Quais são as verdadeiras barreiras para a adoção de uma determida ferramenta pelo professor?
E acredito as principais questões:
# Quais são as motivações para o professor fazer uso de uma nova ferramenta ou processo?
# O desenvolvimento de tecnologias mais sofisticadas e/ou mais interativas é realmente o caminho para encontrar a aceitação do professor e motivá-lo no uso desses recursos?
Para iniciar uma discussão mais profunda sobre as questões acima, podemos considerar as seguintes observações e dados:
- Segundo pesquisa do IBOPE Nielsen Online, publicada em 11/02/2010, o número de internautas no Brasil chegou a 66,3 milhões em dezembro de 2009;
- Publicada na Wikipédia, o Orkut possuia em janeiro de 2008 mais de 23 milhões de usuários brasileiros, o que representava 53% dos usuários da rede social;
- Conforme reportagem publicada no jornal O Globo em 17/08/2009, o Windows Live Messenger, vulgo MSN, alcançou 330 milhões de usuários no mundo sendo que 45 milhões deles são brasileiros (maior número de usuários do MSN num mesmo país);
- O caderno Link do Estadão.com.br de 13 julho de 2009 traz a informação que cerca de 2,7 milhões de brasileiros possuem uma conta no Facebook e a procura pela maior rede social do mundo, atualmente, continua crescendo;
- O novo produto do IBOPE Nielsen Online, o VídeoCensus, publicou no ultimo trimestre de 2009 informações sobre o consumo de vídeos pela internet. O Brasil já tem mais de 60% de seus internautas navegando em sites de vídeos.
Não precisamos considerar aqui a questão se um determinado internauta possui ou não e-mail, primeiro porque a criação de uma conta é a porta de entrada no acesso a rede (RG do internauta) e segundo porque para os nativos digitais, e-mail já se tornou coisa do passado!! Por outro lado, conhecimento sobre ferramentas e repositórios não divulgados em massa, ou que não possuem atrativos comerciais, pode ser questionado com relação a atingir um público de magnitude descrita anteriormente. Por exemplo, qual a quantidade de usuários do Google Docs? Quantos internautas utilizam os grupos de discussão eletrônicos, tais como o Yahoo Groups e Google Groups, ou mesmo as ferramentas de comunicação para criação de Blogs e Foruns, tais como o Blogger e Wordpress?
Mesmo com estas incógnitas em mente, podemos imaginar que dentro do conjunto desses usuários de todas essas aplicações existe um percentual que informa em seu perfil sua profissão: - Professor. A representatividade desses Usuários Professores com relação ao universo de internautas, pode não ser igual ao percentual de profissionais do ensino na sociedade, pode até ser maior, visto que pessoas com acesso a internet possuem maior grau de instrução, ou seja, mesmo sem o respaudo dos números e de pesquisas mais recentes, poderiamos supor que o número de Usuários Professores é significativo, principalmente, porque em sua maioria os professores pertencem às classes sociais com acesso a esses recursos de tecnologia. No entanto, o que poderiamos supor sobre o uso profissional que o professor faz desses mesmos sistemas e recursos?
Dentro do seu ambiente de trabalho, e mais especificamente nas instituições privadas, o professor pode ser obrigado a utilizar as ferramentas adotadas pelo seu contratante e, consequentemente, possuir uma conta de “usuário” do LMS, ou qualquer que seja o recurso “disponibilizado” para “auxiliá-lo”. Mas o que realmente motivaria o Profissional Professor fazer uso de tais aplicações com empenho e dedicação semelhantes aos que o Usuário Professor faz dos recursos que ele até mesmo aprendeu por conta própria?
Um ponto interessante dessa questão é o fato de que muitas das ferramentas adotadas pelas instituições, como os LMSs mais comuns (blackboard, sakai, moodle, etc...), não apresentam novidades tecnológicas com relação às aplicações já disponíveis pela rede, em alguns casos elas apenas encapsulam tais aplicações (recursos) numa administração e estrutura única, a qual fica vinculada à uma hierarquia de controle (guarda-chuva da instituição).
Este mecanismo de controle é uma característica comum nessas ferramentas e, geralmente, basea-se na estrutura de cursos e departamentos, sem o foco no professor. Fazendo-se uma análise mais criteriosa, este paradigma da hierarquia pode ser um dos empecílios para adoção do recurso pelo Profissional Professor.
Outro ponto de igual importância diz respeito ao Usuário Professor não fazer uso, como ferramenta de trabalho, dos recursos já absorvidos no seu dia a dia pessoal, ou seja, utilizá-los como Profissional Professor. As razões para isso podem ser desde a falta de treinamento nos recursos para encontrar outras funcionalidades (aplicações na sua atividade profissional), até a questão de não receber incentivos, principalmente monetários, para realizar esse trabalho “extra” aula. Também devemos verificar a questão dessas pessoas que farão uso profissional de tais ferramentas, precisarem ser mais qualificadas, pois terão tarefas mais complexas e demoradas, o que exige maior remuneração e melhor formação.
Esta reflexão não visa servir como documento, ou argumentação da falta de utilidade dos recursos desenvolvidos até hoje, ou mais grave ainda, não é intenção desse texto criticar (negar) a busca por melhores ferramentas ou soluções de apoio à aprendizagem! Mesmo porque as informações acessíveis ao público no geral, e até mesmo disponíveis para os atores do processo educativo, não são suficientes para cunhar tal afirmação.
Pelo contrário, o objetivo aqui é fomentar a discussão a respeito das reais necessidades do Profissional Professor, para que este adote novas tecnologias e processos no dia a dia de seu trabalho, analisando principalmente, questões de relacionamento (contrato) com a instituição de ensino, de autoria do conteúdo, de formação do profissional e de motivação. Um dos resultados esperados seria a construção de uma pesquisa que possibilite uma análise mais profunda desse problema.
As centenas de milhares (ou até mesmo milhões) de Usuários Professores dos mais diversos recursos tecnológicos podem estar nos dizendo que existe um “problema”.





